Esperança, carnavais e dor.

A saudade é como água parada num riacho acostumado a tempestades.
Cada dia de festa, cada gota de suor, lembranças dos risos que foram contidos num dia de feira. Meu corpo esperando tua inundação tomar conta do meu quarto, do meu mundo!
E.

Decifrando a tímida pele num dia de festa, na noite da cidade que não presta.
Trouxe o teu destino pela mão, te guiei pelo som do grande clichê chamado meu coração…
C.

Prisão abalada pelo grito contido há tempos não ouvido, desconhecendo uma parte sua, colando em ti a melhor parte que há aqui. E reconhecendo o melhor lugar que escolhi descansar meus lábios.
D.

Marcelo C.

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